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domingo, 18 de setembro de 2016
domingo, 9 de novembro de 2014
A luta para ativar um plano 4G na VIVO
Como meu blog anda virando um canal no qual eu reporto todas as dificuldades que tenho com os meus provedores de serviço, agora conto mais uma novela, a ativação do Plano 4G na VIVO. Vejam o relato:
- Protocolo: 20142195732266. Estive na VIVO em 24/10/14 (loja Pátio Savassi) e solicitei a alteração do meu plano para Smartvivo 4G 100 Minutos. Tenho um iPhone 6 comprado nos Estados Unidos (que funciona com o 4G do Brasil). Fui informada que o plano foi alterado e meu chip foi trocado (paguei R$ 10 por ele). Nos dias seguintes a mudança não funcionou, continuava mostrando 3G. Só de imaginar que teria que recorrer ao callcenter para reclamar, eu queria morrer.
- Protocolo: 20142231155687. Liguei dia 08/11/14 no 8486 para reclamar do não funcionamento do 4G. 10 minutos para ser atendida. Fizeram uma série de procedimentos em sistemas da Vivo. Estava ligando do próprio celular. Me orientaram que se não funcionasse, ligasse do fixo novamente. Não funcionou.
- Protocolo: 20142231788000. Liguei dia 09/11/14 novamente no callcenter de outro telefone (meu fixo). Fiquei 23 minutos para ser atendida. A pessoa que me atendeu fez nova série de procedimentos essa vez em sistemas da Vivo e também no meu celular, até redefinir os ajustes de rede. Por fim não funcionou. Depois esse atendente veio me dizer que o plano não estava alterado para 4G. Não acredite. Pedi então que alterasse para o Smartvivo 4G 100. Ele disse que alterou, fez novos procedimentos. Não funcionou novamente e a ligação com esse atendente caiu e automaticamente foi transferida para um início de atendimento. Esperei mais 10 minutos e a nova pessoa que me atendeu disse que o sistema não conseguiria mudar meu plano para o que solicitei. Informei que já havia trabalhado na Vivo e ela disse que não conseguia mudar meu plano nem no 360 nem direto no Atlys. Pediu mil desculpas e pediu para ligar depois de 24 horas, alegando que eu essa situação havia acontecido também com outros clientes.
- Protocolo: 20142231804880. Não satisfeita, fui tentar outro canal de atendimento. Chamei no chat, esperei mais 20 minutos, expliquei tudo de novo. Pedi a ativação do 4G mas o chat caiu. Recebi a mensagem de ativação dessa vez (não tinha acontecido na loja). E por fim funcionou, pelo chat.
Vejam meu caso, eu não queria cancelar nada. Imagina se quisesse. Queria habilitar um novo serviço, mais caro. Essa história vem reafirmar a percepção que sempre tive e se mantém das operadoras de telefonia, internet, TV a cabo. Os canais de atendimento tem poderes diferentes. E se você não consegue em um canal, tem que tentar em outro, e se dentro do canal não consegue com uma pessoa, tente também com outra. Passei por três canais de atendimento (loja, callcenter e chat), 5 pessoas me atenderam. Nessa brincadeira perdi 1 hora na loja, mais 2 horas no callcenter e 30 minutos no chat.
Esse meu tempo perdido a VIVO não reembolsa.
Queria fazer uma observação: quando estive na loja, o plano não teria o custo que recebi hoje (R$198). Tive a impressão que houve um aumento.
sábado, 26 de abril de 2014
Redirecionamento de Portas (Port Forwarding) no GVT Power Box PACE V5471
Venho tendo muitas dificuldades com a banda larga da GVT. Eu tinha Net 10MB e a banda larga da Net era bastante fraca. Migrei para a GVT 15MB com a promessa de um serviço melhor. Realmente a performance da banda larga da GVT é significativamente melhor (upload/download), mas desde que instalei os serviços da GVT (já há 1 ano e meio) a banda larga é intermitente, o IP é trocado diversas vezes ao dia e a banda larga cai em cada troca. De tantos chamados que abri, cheguei ao ponto de ter a informação que a culpa de tantos restarts seria do modelo associado TV-banda larga, que dependia do famigerado modem/roteador Sagemcom F@st 2764 - Power Box. Cheguei a cancelar a TV da GVT e contratar SKY para a TV somente (com um custo total maior) para não ter que precisar do Sagemcom (que foi trocado no mínimo 5 vezes nas minhas tentativas de resolver a questão no período). Agora só tenho a banda larga e telefone com um modem/roteador D-Link e a intermitência continua. Ou seja, não era o Sagemcom. E os 15MB que contratei não estavam sendo entregues. Novamente o desgaste com a GVT e hoje nova tentativa. O D-Link foi trocado para o PACE V5471 - novo Power Box (que medo). Ele foi instalado no ponto de chegada da GVT na minha casa, pois segundo o técnico o motivo de tantas quedas seria o ruído. Fato é esse PACE pelo menos me entregou os 15MB. Preciso reconfigurar minhas câmeras wireless Foscam para acompanhar se persiste a questão da troca constante de IP, vamos ver....
Mas uma curiosidade que permanece no PACE é uma pegadinha que identifiquei no Sagemcom (me matou de raiva) para fazer Port Forwarding - passo necessário para a configuração das câmeras Foscam. Para funcionar esse o Redirecionamento de Portas no PACE V5471 deve-se deixar em branco o primeiro IP (IP de origem). Se informar o IP de origem, o registro é incluído, mas não funciona. Então, deve-ser informar a porta de origem e porta de destino e somente o IP de destino. E detalhe, só funciona fazer TCP e UDP separado, se colocar a opção TODOS também não funciona, dá um erro "Unable to write the value Auto for Firewall_Rules_1001_Protos : 5.". Espero que essa dica ajude.
Mas uma curiosidade que permanece no PACE é uma pegadinha que identifiquei no Sagemcom (me matou de raiva) para fazer Port Forwarding - passo necessário para a configuração das câmeras Foscam. Para funcionar esse o Redirecionamento de Portas no PACE V5471 deve-se deixar em branco o primeiro IP (IP de origem). Se informar o IP de origem, o registro é incluído, mas não funciona. Então, deve-ser informar a porta de origem e porta de destino e somente o IP de destino. E detalhe, só funciona fazer TCP e UDP separado, se colocar a opção TODOS também não funciona, dá um erro "Unable to write the value Auto for Firewall_Rules_1001_Protos : 5.". Espero que essa dica ajude.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Oracle - Prática IV
Parte 1
1) Conectar-se como seu usuário.
2) Realizar o comando para informar que a tablespace default do seu novo usuário criado na Prática III seja a tablespace criada também na Prática III.
3) Conectar como seu novo usuário criado na Prática III.
4) Crie os objetos a seguir. Para o primeiro objeto (regions), valide se foi alocado na nova tablespace criada.
SET FEEDBACK 1
SET NUMWIDTH 10
SET LINESIZE 80
SET TRIMSPOOL ON
SET TAB OFF
SET PAGESIZE 100
SET ECHO OFF
CREATE TABLE regions
( region_id NUMBER
CONSTRAINT region_id_nn NOT NULL
, region_name VARCHAR2(25)
);
CREATE UNIQUE INDEX reg_id_pk
ON regions (region_id);
ALTER TABLE regions
ADD ( CONSTRAINT reg_id_pk
PRIMARY KEY (region_id)
) ;
CREATE TABLE countries
( country_id CHAR(2)
CONSTRAINT country_id_nn NOT NULL
, country_name VARCHAR2(40)
, region_id NUMBER
, CONSTRAINT country_c_id_pk
PRIMARY KEY (country_id)
)
ORGANIZATION INDEX;
ALTER TABLE countries
ADD ( CONSTRAINT countr_reg_fk
FOREIGN KEY (region_id)
REFERENCES regions(region_id)
) ;
CREATE TABLE locations
( location_id NUMBER(4)
, street_address VARCHAR2(40)
, postal_code VARCHAR2(12)
, city VARCHAR2(30)
CONSTRAINT loc_city_nn NOT NULL
, state_province VARCHAR2(25)
, country_id CHAR(2)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX loc_id_pk
ON locations (location_id) ;
ALTER TABLE locations
ADD ( CONSTRAINT loc_id_pk
PRIMARY KEY (location_id)
, CONSTRAINT loc_c_id_fk
FOREIGN KEY (country_id)
REFERENCES countries(country_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to locations table
Rem Starts with 3300
CREATE SEQUENCE locations_seq
START WITH 3300
INCREMENT BY 100
MAXVALUE 9900
NOCACHE
NOCYCLE;
CREATE TABLE departments
( department_id NUMBER(4)
, department_name VARCHAR2(30)
CONSTRAINT dept_name_nn NOT NULL
, manager_id NUMBER(6)
, location_id NUMBER(4)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX dept_id_pk
ON departments (department_id) ;
ALTER TABLE departments
ADD ( CONSTRAINT dept_id_pk
PRIMARY KEY (department_id)
, CONSTRAINT dept_loc_fk
FOREIGN KEY (location_id)
REFERENCES locations (location_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to departments table
Rem Starts with 280
CREATE SEQUENCE departments_seq
START WITH 280
INCREMENT BY 10
MAXVALUE 9990
NOCACHE
NOCYCLE;
REM ********************************************************************
REM Create the JOBS table to hold the different names of job roles within the company.
REM HR.EMPLOYEES has a foreign key to this table.
CREATE TABLE jobs
( job_id VARCHAR2(10)
, job_title VARCHAR2(35)
CONSTRAINT job_title_nn NOT NULL
, min_salary NUMBER(6)
, max_salary NUMBER(6)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX job_id_pk
ON jobs (job_id) ;
ALTER TABLE jobs
ADD ( CONSTRAINT job_id_pk
PRIMARY KEY(job_id)
) ;
REM ********************************************************************
REM Create the EMPLOYEES table to hold the employee personnel
REM information for the company.
REM HR.EMPLOYEES has a self referencing foreign key to this table.
CREATE TABLE employees
( employee_id NUMBER(6)
, first_name VARCHAR2(20)
, last_name VARCHAR2(25)
CONSTRAINT emp_last_name_nn NOT NULL
, email VARCHAR2(25)
CONSTRAINT emp_email_nn NOT NULL
, phone_number VARCHAR2(20)
, hire_date DATE
CONSTRAINT emp_hire_date_nn NOT NULL
, job_id VARCHAR2(10)
CONSTRAINT emp_job_nn NOT NULL
, salary NUMBER(8,2)
, commission_pct NUMBER(2,2)
, manager_id NUMBER(6)
, department_id NUMBER(4)
, CONSTRAINT emp_salary_min
CHECK (salary > 0)
, CONSTRAINT emp_email_uk
UNIQUE (email)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX emp_emp_id_pk
ON employees (employee_id) ;
ALTER TABLE employees
ADD ( CONSTRAINT emp_emp_id_pk
PRIMARY KEY (employee_id)
, CONSTRAINT emp_dept_fk
FOREIGN KEY (department_id)
REFERENCES departments
, CONSTRAINT emp_job_fk
FOREIGN KEY (job_id)
REFERENCES jobs (job_id)
, CONSTRAINT emp_manager_fk
FOREIGN KEY (manager_id)
REFERENCES employees
) ;
ALTER TABLE departments
ADD ( CONSTRAINT dept_mgr_fk
FOREIGN KEY (manager_id)
REFERENCES employees (employee_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to employees table
Rem Starts with 207
CREATE SEQUENCE employees_seq
START WITH 207
INCREMENT BY 1
NOCACHE
NOCYCLE;
REM ********************************************************************
REM Create the JOB_HISTORY table to hold the history of jobs that
REM employees have held in the past.
REM HR.JOBS, HR_DEPARTMENTS, and HR.EMPLOYEES have a foreign key to this table.
CREATE TABLE job_history
( employee_id NUMBER(6)
CONSTRAINT jhist_employee_nn NOT NULL
, start_date DATE
CONSTRAINT jhist_start_date_nn NOT NULL
, end_date DATE
CONSTRAINT jhist_end_date_nn NOT NULL
, job_id VARCHAR2(10)
CONSTRAINT jhist_job_nn NOT NULL
, department_id NUMBER(4)
, CONSTRAINT jhist_date_interval
CHECK (end_date > start_date)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX jhist_emp_id_st_date_pk
ON job_history (employee_id, start_date) ;
ALTER TABLE job_history
ADD ( CONSTRAINT jhist_emp_id_st_date_pk
PRIMARY KEY (employee_id, start_date)
, CONSTRAINT jhist_job_fk
FOREIGN KEY (job_id)
REFERENCES jobs
, CONSTRAINT jhist_emp_fk
FOREIGN KEY (employee_id)
REFERENCES employees
, CONSTRAINT jhist_dept_fk
FOREIGN KEY (department_id)
REFERENCES departments
) ;
REM ********************************************************************
REM Create the EMP_DETAILS_VIEW that joins the employees, jobs,
REM departments, jobs, countries, and locations table to provide details
REM about employees.
CREATE OR REPLACE VIEW emp_details_view
(employee_id,
job_id,
manager_id,
department_id,
location_id,
country_id,
first_name,
last_name,
salary,
commission_pct,
department_name,
job_title,
city,
state_province,
country_name,
region_name)
AS SELECT
e.employee_id,
e.job_id,
e.manager_id,
e.department_id,
d.location_id,
l.country_id,
e.first_name,
e.last_name,
e.salary,
e.commission_pct,
d.department_name,
j.job_title,
l.city,
l.state_province,
c.country_name,
r.region_name
FROM
employees e,
departments d,
jobs j,
locations l,
countries c,
regions r
WHERE e.department_id = d.department_id
AND d.location_id = l.location_id
AND l.country_id = c.country_id
AND c.region_id = r.region_id
AND j.job_id = e.job_id
WITH READ ONLY;
=========================
Parte 2
Identificar os procedimentos executados por meio das views:
user_tables
dba_tables
dba_constraints
dba_objects
dba_segments
dba_sequences.
dba_data_files
dba_free_space
1) Quantidade de tabelas criadas pelo Usuário.
2) Tamanho ocupado de cada tabela.
3) Índices de cada tabela.
4) Tamanho de cada índice
5) Colunas de cada índice, na ordem.
6) Todas as chaves primárias criadas e o nome da respectiva constraint.
7) Listar as sequences criadas e próximos valores.
8) Listar as views criadas pelo usuário
9) Criar uma role chamada "Ler_tabelas com os seguintes privilégios:
select on regions to Ler_tabelas.
select on countries,locations,departments to ler_tabelas;
10) Dar permissão da role para outro usuário (de algum colega).
11) Selecionar os dados da tabela de outro colega - Conceito de owner.tabela (dono.tabela)
12) Listar todos os tipos de objetos criados pelo seu usuário.
13) Listar o espaço ocupado na sua tablespace
14) Identificar o espaço livre na sua tablespace.
1) Conectar-se como seu usuário.
2) Realizar o comando para informar que a tablespace default do seu novo usuário criado na Prática III seja a tablespace criada também na Prática III.
3) Conectar como seu novo usuário criado na Prática III.
4) Crie os objetos a seguir. Para o primeiro objeto (regions), valide se foi alocado na nova tablespace criada.
SET FEEDBACK 1
SET NUMWIDTH 10
SET LINESIZE 80
SET TRIMSPOOL ON
SET TAB OFF
SET PAGESIZE 100
SET ECHO OFF
CREATE TABLE regions
( region_id NUMBER
CONSTRAINT region_id_nn NOT NULL
, region_name VARCHAR2(25)
);
CREATE UNIQUE INDEX reg_id_pk
ON regions (region_id);
ALTER TABLE regions
ADD ( CONSTRAINT reg_id_pk
PRIMARY KEY (region_id)
) ;
CREATE TABLE countries
( country_id CHAR(2)
CONSTRAINT country_id_nn NOT NULL
, country_name VARCHAR2(40)
, region_id NUMBER
, CONSTRAINT country_c_id_pk
PRIMARY KEY (country_id)
)
ORGANIZATION INDEX;
ALTER TABLE countries
ADD ( CONSTRAINT countr_reg_fk
FOREIGN KEY (region_id)
REFERENCES regions(region_id)
) ;
CREATE TABLE locations
( location_id NUMBER(4)
, street_address VARCHAR2(40)
, postal_code VARCHAR2(12)
, city VARCHAR2(30)
CONSTRAINT loc_city_nn NOT NULL
, state_province VARCHAR2(25)
, country_id CHAR(2)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX loc_id_pk
ON locations (location_id) ;
ALTER TABLE locations
ADD ( CONSTRAINT loc_id_pk
PRIMARY KEY (location_id)
, CONSTRAINT loc_c_id_fk
FOREIGN KEY (country_id)
REFERENCES countries(country_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to locations table
Rem Starts with 3300
CREATE SEQUENCE locations_seq
START WITH 3300
INCREMENT BY 100
MAXVALUE 9900
NOCACHE
NOCYCLE;
CREATE TABLE departments
( department_id NUMBER(4)
, department_name VARCHAR2(30)
CONSTRAINT dept_name_nn NOT NULL
, manager_id NUMBER(6)
, location_id NUMBER(4)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX dept_id_pk
ON departments (department_id) ;
ALTER TABLE departments
ADD ( CONSTRAINT dept_id_pk
PRIMARY KEY (department_id)
, CONSTRAINT dept_loc_fk
FOREIGN KEY (location_id)
REFERENCES locations (location_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to departments table
Rem Starts with 280
CREATE SEQUENCE departments_seq
START WITH 280
INCREMENT BY 10
MAXVALUE 9990
NOCACHE
NOCYCLE;
REM ********************************************************************
REM Create the JOBS table to hold the different names of job roles within the company.
REM HR.EMPLOYEES has a foreign key to this table.
CREATE TABLE jobs
( job_id VARCHAR2(10)
, job_title VARCHAR2(35)
CONSTRAINT job_title_nn NOT NULL
, min_salary NUMBER(6)
, max_salary NUMBER(6)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX job_id_pk
ON jobs (job_id) ;
ALTER TABLE jobs
ADD ( CONSTRAINT job_id_pk
PRIMARY KEY(job_id)
) ;
REM ********************************************************************
REM Create the EMPLOYEES table to hold the employee personnel
REM information for the company.
REM HR.EMPLOYEES has a self referencing foreign key to this table.
CREATE TABLE employees
( employee_id NUMBER(6)
, first_name VARCHAR2(20)
, last_name VARCHAR2(25)
CONSTRAINT emp_last_name_nn NOT NULL
, email VARCHAR2(25)
CONSTRAINT emp_email_nn NOT NULL
, phone_number VARCHAR2(20)
, hire_date DATE
CONSTRAINT emp_hire_date_nn NOT NULL
, job_id VARCHAR2(10)
CONSTRAINT emp_job_nn NOT NULL
, salary NUMBER(8,2)
, commission_pct NUMBER(2,2)
, manager_id NUMBER(6)
, department_id NUMBER(4)
, CONSTRAINT emp_salary_min
CHECK (salary > 0)
, CONSTRAINT emp_email_uk
UNIQUE (email)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX emp_emp_id_pk
ON employees (employee_id) ;
ALTER TABLE employees
ADD ( CONSTRAINT emp_emp_id_pk
PRIMARY KEY (employee_id)
, CONSTRAINT emp_dept_fk
FOREIGN KEY (department_id)
REFERENCES departments
, CONSTRAINT emp_job_fk
FOREIGN KEY (job_id)
REFERENCES jobs (job_id)
, CONSTRAINT emp_manager_fk
FOREIGN KEY (manager_id)
REFERENCES employees
) ;
ALTER TABLE departments
ADD ( CONSTRAINT dept_mgr_fk
FOREIGN KEY (manager_id)
REFERENCES employees (employee_id)
) ;
Rem Useful for any subsequent addition of rows to employees table
Rem Starts with 207
CREATE SEQUENCE employees_seq
START WITH 207
INCREMENT BY 1
NOCACHE
NOCYCLE;
REM ********************************************************************
REM Create the JOB_HISTORY table to hold the history of jobs that
REM employees have held in the past.
REM HR.JOBS, HR_DEPARTMENTS, and HR.EMPLOYEES have a foreign key to this table.
CREATE TABLE job_history
( employee_id NUMBER(6)
CONSTRAINT jhist_employee_nn NOT NULL
, start_date DATE
CONSTRAINT jhist_start_date_nn NOT NULL
, end_date DATE
CONSTRAINT jhist_end_date_nn NOT NULL
, job_id VARCHAR2(10)
CONSTRAINT jhist_job_nn NOT NULL
, department_id NUMBER(4)
, CONSTRAINT jhist_date_interval
CHECK (end_date > start_date)
) ;
CREATE UNIQUE INDEX jhist_emp_id_st_date_pk
ON job_history (employee_id, start_date) ;
ALTER TABLE job_history
ADD ( CONSTRAINT jhist_emp_id_st_date_pk
PRIMARY KEY (employee_id, start_date)
, CONSTRAINT jhist_job_fk
FOREIGN KEY (job_id)
REFERENCES jobs
, CONSTRAINT jhist_emp_fk
FOREIGN KEY (employee_id)
REFERENCES employees
, CONSTRAINT jhist_dept_fk
FOREIGN KEY (department_id)
REFERENCES departments
) ;
REM ********************************************************************
REM Create the EMP_DETAILS_VIEW that joins the employees, jobs,
REM departments, jobs, countries, and locations table to provide details
REM about employees.
CREATE OR REPLACE VIEW emp_details_view
(employee_id,
job_id,
manager_id,
department_id,
location_id,
country_id,
first_name,
last_name,
salary,
commission_pct,
department_name,
job_title,
city,
state_province,
country_name,
region_name)
AS SELECT
e.employee_id,
e.job_id,
e.manager_id,
e.department_id,
d.location_id,
l.country_id,
e.first_name,
e.last_name,
e.salary,
e.commission_pct,
d.department_name,
j.job_title,
l.city,
l.state_province,
c.country_name,
r.region_name
FROM
employees e,
departments d,
jobs j,
locations l,
countries c,
regions r
WHERE e.department_id = d.department_id
AND d.location_id = l.location_id
AND l.country_id = c.country_id
AND c.region_id = r.region_id
AND j.job_id = e.job_id
WITH READ ONLY;
=========================
Parte 2
Identificar os procedimentos executados por meio das views:
user_tables
dba_tables
dba_constraints
dba_objects
dba_segments
dba_sequences.
dba_data_files
dba_free_space
1) Quantidade de tabelas criadas pelo Usuário.
2) Tamanho ocupado de cada tabela.
3) Índices de cada tabela.
4) Tamanho de cada índice
5) Colunas de cada índice, na ordem.
6) Todas as chaves primárias criadas e o nome da respectiva constraint.
7) Listar as sequences criadas e próximos valores.
8) Listar as views criadas pelo usuário
9) Criar uma role chamada "Ler_tabelas
select on regions to Ler_tabelas.
select on countries,locations,departments to ler_tabelas;
10) Dar permissão da role para outro usuário (de algum colega).
11) Selecionar os dados da tabela de outro colega - Conceito de owner.tabela (dono.tabela)
12) Listar todos os tipos de objetos criados pelo seu usuário.
13) Listar o espaço ocupado na sua tablespace
14) Identificar o espaço livre na sua tablespace.
Oracle - Prática III
1) Criar um novo usuário (usar o seu próprio usuário sufixado com <_2>.
2) Dar permissões para este usuário operar o banco.
3) Criar tablespace TSD_DADOS_
. ao criar a tablespace, verifique o local padrão dos datafiles e onde os datafiles existentes estão armazenados.
. tambem verifique se o disco onde você ira armazenar os datafiles tem espaço disponível.
. datafile auto extend on e max size de 100M.
. listar as definicoes da tablespace.
. ref: v$datafile, dba_data_files.
4) Conectar com seu próprio usuário.
5) Identificar sessões conectadas.
. ativas x inativas
6) Identificar o ultimo comando executado pela sessão.
. Ref: v$sql x v$session - hash_value
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Oracle - Prática II
Parte 1
1) Quais os tipos de tablespace e em que se diferem?
2) Qual o comando e privilégio necessário para criar uma tablespace?
3) O que voce entende de diferente entre sessão e conexão com o banco?
4) Para que servem o listener e o arquivo de tnsnames?
5) Qual a diferença entre tabela e view?
6) O que difere as vies: dba_, all_, user_ ?
Parte 2
A partir deste ponto as consultas devem ser realizadas no Oracle disponível no Laboratório. Lembre-se no SQLPlus de inicialmente observar a utilização dos comandos:
set pages
set lines
set echo on
set echo off
set feedback on
set feedback off
Em seguida, crie o seu spool de respostas:
spool PraticaII.txt
Ao fim da execução dos comando:
spool off
7) Identificar os parametros de memoria e total de SGA alocado.
. select * from v$sgainfo;
. show sga;
. show parameter db_cache_size
. show parameter shared_pool_size
. show parameter log_buffer
. show parameter large_pool_size
. select * from v$parameter
. select * from v$spparameter
8) Realize a consulta que informa os dados da instancia.
9) Realize a consulta que informa os dados da base de dados.
10) Realize a consulta que informa a localização do controlfile.
11) Realize a consulta que informa a localização dos arquivos de redo log.
12) Realize a consulta que informa tablespaces existentes.
13) Realize a consulta que informa os datafiles das tablespaces.
14) Realize a consulta que informa os usuários existentes.
15) Quais são as views que identificam os privilégios dos usuários e qual identifica as roles existentes?
1) Quais os tipos de tablespace e em que se diferem?
2) Qual o comando e privilégio necessário para criar uma tablespace?
3) O que voce entende de diferente entre sessão e conexão com o banco?
4) Para que servem o listener e o arquivo de tnsnames?
5) Qual a diferença entre tabela e view?
6) O que difere as vies: dba_, all_, user_ ?
Parte 2
A partir deste ponto as consultas devem ser realizadas no Oracle disponível no Laboratório. Lembre-se no SQLPlus de inicialmente observar a utilização dos comandos:
set pages
set lines
set echo on
set echo off
set feedback on
set feedback off
Em seguida, crie o seu spool de respostas:
spool PraticaII.txt
Ao fim da execução dos comando:
spool off
7) Identificar os parametros de memoria e total de SGA alocado.
. select * from v$sgainfo;
. show sga;
. show parameter db_cache_size
. show parameter shared_pool_size
. show parameter log_buffer
. show parameter large_pool_size
. select * from v$parameter
. select * from v$spparameter
8) Realize a consulta que informa os dados da instancia.
9) Realize a consulta que informa os dados da base de dados.
10) Realize a consulta que informa a localização do controlfile.
11) Realize a consulta que informa a localização dos arquivos de redo log.
12) Realize a consulta que informa tablespaces existentes.
13) Realize a consulta que informa os datafiles das tablespaces.
14) Realize a consulta que informa os usuários existentes.
15) Quais são as views que identificam os privilégios dos usuários e qual identifica as roles existentes?
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Oracle - Prática 1
- Defina com suas palavras a diferença entre instância e base de dados.
- Descreva os arquivos físicos que compõem o banco de dados e a função de cada um deles.
- Em qual área de memória:
- Oracle armazena os comandos SQL dos usuários?
- São verificadas as permissões, semântica, montagem do plano de acesso aos dados?
- Os dados são carregados e trabalhados?
- Qual o processo de background:
- Envia os comandos de SQL para os redo log files?
- Envia as informações dos datafiles?
- Controla o controlfile?
- Como funciona a redundância do arquivos de controlfile e qual o mínimo recomendado?
- Como funciona a redundância dos arquivos de redo log e qual o mínimo recomendado?
- Qual a diferença entre parâmetros estáticos e dinâmicos para inicialização da instancia e a diferença entre parameter file (pfile) e spfile?
- Quais as etapas de inicialização da instância do banco de dados?
- Descreva os tipos de finalização da instância e suas diferenças.
- Qual a diferença entre SGA e PGA?
segunda-feira, 13 de maio de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Uma empresa que inova desperta a natureza do ser humano. E o RH precisa saber disso
Por Gumae Carvalho
Da porta da Escola de Marketing Industrial (EMI), em São Paulo, até a sala em que eu encontraria seu presidente, é possível perceber toda a atenção com os detalhes. Do nome dos visitantes em uma placa na entrada, com as boas-vindas, ao tratamento de quem nos recebe, cada canto e cada ação parecem refletir uma espécie de arte. E não apenas a arte de receber, mas a arte de lidar com pessoas. "A arte é uma das mais incríveis expressões da humanidade. E nenhuma intervenção humana está desprovida dela. Porque ela é uma das formas simbólicas de expressar coisas de que as palavras não dão conta", diz José Carlos Teixeira Moreira. "Meu pai costumava dizer que três coisas diferenciavam o ser humano, na visão dele: a capacidade de amar; a capacidade de desenvolver tecnologias; e a de fazer tudo isso com arte."
É por isso que o filósofo Immanuel Kant, explica o presidente, depois que estudou aquilo que tem valor para o ser humano, que é o certo e o verdadeiro, buscou o belo. "Por essa razão que a estética é prima-irmã da ética. Tudo o que é ético é bonito, tanto é que quando pequenos nossa mãe dizia 'Que coisa feia' quando fazíamos algo errado. Se você não levar em conta essa tríade, não consegue expressar todo valor no outro daquilo que você está fazendo. A vantagem é que quando a arte está presente em alguma ação, ela predispõe o outro a saber que aquilo vai ser bom", conta. No entanto, não vemos a arte em muitas empresas. Nelas, o bem-feito nunca foi visto como algo de valor. "Só que o que é caprichado é primo-irmão do valor. Tudo o que você elogia é o bem-feito. E ele é primo-irmão do lucro, e gera uma percepção de respeito e de notoriedade que faz com que o preço de algo assim não seja a primeira coisa a ser vista", ensina Teixeira Moreira.
É por essa razão que ele acredita que as empresas deveriam ter uma espécie de departamento de arte, pessoas que cuidariam para que tudo na organização fosse bonito. Ou que fosse feito da melhor forma possível. "Como uma empresa contrata alguém? O que pode ser feito de forma a tornar esse processo mais bonito? Essa é a ideia. E para fazer bonito, as organizações precisam olhar com mais atenção para suas pessoas." Esses foram alguns dos pontos de nossa conversa. A seguir, veja o que o presidente da EMI tem a nos ensinar. Com a palavra, José Carlos Teixeira Moreira:
Na inovação, aprendemos que não se trabalha com "perfil" de ninguém. Trabalhamos de frente. O conceito de perfil tem a ver com aquilo que a pessoa parece ser. De frente, vemos como ela é realmente. Perfil deriva da ideia de mão de obra, do que um profissional teria de fazer em uma atividade - e só aquilo. Hoje, aprendemos que as pessoas inovadoras, e que são apaixonadas pelo que fazem e pela vida, são elogiadas não pelo que produzem, mas pelo que fazem acontecer. O valor de uma empresa está mais no que esses profissionais fazem acontecer, não no que produzem.
Quer conhecer uma empresa? É fácil: veja como ela lida com as pessoas, com seus colaboradores. Como ninguém dá o que não tem, o jeito com que uma companhia trata seus funcionários é o mesmo com que elas lidam com os clientes.O índice de satisfação destes tende a ser muito próximo ao dos funcionários. Leituras internas bem feitas mostram isso.
Quer conhecer uma empresa? É fácil: veja como ela lida com as pessoas, com seus colaboradores. Como ninguém dá o que não tem, o jeito com que uma companhia trata seus funcionários é o mesmo com que elas lidam com os clientes.O índice de satisfação destes tende a ser muito próximo ao dos funcionários. Leituras internas bem feitas mostram isso.
Inovação
Inovar é da natureza humana. Assim, uma empresa que inova desperta a natureza do ser humano. No entanto, há muitas organizações em que esse despertar não convém. Isso porque elas se baseiam no conceito de que o repetido é mais barato. A origem da falta de inovação está na filosofia de uma empresa: se o que predomina nela é a visão meramente econômica, a ideia de copiar é mais bem aceita, dá mais certo. Porque copiar não exige pesquisa, já que alguém ou outra companhia já fez isso. Nas empresas em que há uma cultura de inovação, é possível perceber o engajamento das pessoas. Isso porque mexe com a alma. O corpo apenas se envolve, mas a alma, ela sim se engaja. A disciplina pode ajudar no processo de inovação. No jazz, por exemplo, os momentos de improvisação são de pura inovação. E têm muita disciplina envolvida: está combinado que a música a ser tocada é aquela; está combinado que os demais músicos não vão interferir no solo daquele sujeito, a não ser naquela nota que ele não der direito. De vez em quando, é preciso ter a disciplina de voltar à música original para lembrar a plateia de que música está sendo tocada.
Motivações
Uma empresa depende muito das motivações do empreendedor. E o que a área de RH faz se é leal à companhia? Ela vai fazer com que elas, motivações, aconteçam. O RH é o principal espelho das motivações do empreendedor. As motivações são aquelas sobre as quais você conversa consigo mesmo e envolvem o que você está fazendo da vida. Isso é muito filosófico? Lógico que sim! Porque o ser humano tem alma! Portanto, se a motivação for pequena, ele tende a ser pequeno. E o RH tende a ser pequeno. Mas essa área pode fazer uma revolução interna e mudar isso? Sim, mas não é uma tarefa fácil. A área de RH é a melhor luz para iluminar os caminhos não imaginados pelo empreendedor. No entanto, precisa ser estratégica. Precisa compartilhar as discussões de primeira linha. Na maioria dos casos, porém, isso não acontece porque numa empresa de visão meramente econômica essa área é encarada como despesa. E o empreendedor só se reúne com pessoas de receita. Para ele, é perda de tempo chamar para uma reunião gente de despesas. Para esse pessoal, damos uma ordem para cortar custos, mas chamamos o pessoal ligado à receita para traçar o futuro.
Receita e resultados
Geramos receita não apenas com investimento, mas fazendo melhor aquilo que já fazemos. Você percebe que compartilhamos o futuro com quem faz melhor, com quem tem mais receita, mais resultados? E resultado é mais que dinheiro. Andamos com pessoas que são elogiadas pelo que fazem ocorrer. Pessoas que transformam um valor que pode ter como moeda de troca credibilidade, reputação, notoriedade (que é diferente de fama, que pode ser comprada), poder de influência e dinheiro ou recursos - nessa ordem. Há empresas que colocam o dinheiro em primeiro lugar. Não há nada errado com isso. Só que ele não compra credibilidade, nem notoriedade, por exemplo. A área de RH não pode pensar que é despesa, não deve se perceber como uma atividade de suporte. Ela não é uma atividade-meio, é uma atividade-fim - e tem de dar um fim a isso de atividade-meio. Muitos RHs não acreditam no valor que têm e muitos não têm valor mesmo, porque foram recrutados dessa forma em função das motivações meramente econômicas ou financeiras de um empreendedor. Acredito que o RH deve lidar melhor com o conceito de resultado. Muitos profissionais, quando conversam comigo, mostram um certo sofrimento e justificam-no afirmando que nas empresas em que trabalham tudo é voltado para resultados. Sempre respondo: "Que engraçado, desde pequeno sou voltado para resultados. E meu filho também. Você já imaginou um filho que não dê resultados?". Esses profissionais angustiados associam resultado a dinheiro. O que não é verdade. Resultado vai além, ele é feito por pessoas que fazem acontecer. E a área mais importante em resultado é o RH porque lida com pessoas.
Da porta da Escola de Marketing Industrial (EMI), em São Paulo, até a sala em que eu encontraria seu presidente, é possível perceber toda a atenção com os detalhes. Do nome dos visitantes em uma placa na entrada, com as boas-vindas, ao tratamento de quem nos recebe, cada canto e cada ação parecem refletir uma espécie de arte. E não apenas a arte de receber, mas a arte de lidar com pessoas. "A arte é uma das mais incríveis expressões da humanidade. E nenhuma intervenção humana está desprovida dela. Porque ela é uma das formas simbólicas de expressar coisas de que as palavras não dão conta", diz José Carlos Teixeira Moreira. "Meu pai costumava dizer que três coisas diferenciavam o ser humano, na visão dele: a capacidade de amar; a capacidade de desenvolver tecnologias; e a de fazer tudo isso com arte."
É por isso que o filósofo Immanuel Kant, explica o presidente, depois que estudou aquilo que tem valor para o ser humano, que é o certo e o verdadeiro, buscou o belo. "Por essa razão que a estética é prima-irmã da ética. Tudo o que é ético é bonito, tanto é que quando pequenos nossa mãe dizia 'Que coisa feia' quando fazíamos algo errado. Se você não levar em conta essa tríade, não consegue expressar todo valor no outro daquilo que você está fazendo. A vantagem é que quando a arte está presente em alguma ação, ela predispõe o outro a saber que aquilo vai ser bom", conta. No entanto, não vemos a arte em muitas empresas. Nelas, o bem-feito nunca foi visto como algo de valor. "Só que o que é caprichado é primo-irmão do valor. Tudo o que você elogia é o bem-feito. E ele é primo-irmão do lucro, e gera uma percepção de respeito e de notoriedade que faz com que o preço de algo assim não seja a primeira coisa a ser vista", ensina Teixeira Moreira.
É por essa razão que ele acredita que as empresas deveriam ter uma espécie de departamento de arte, pessoas que cuidariam para que tudo na organização fosse bonito. Ou que fosse feito da melhor forma possível. "Como uma empresa contrata alguém? O que pode ser feito de forma a tornar esse processo mais bonito? Essa é a ideia. E para fazer bonito, as organizações precisam olhar com mais atenção para suas pessoas." Esses foram alguns dos pontos de nossa conversa. A seguir, veja o que o presidente da EMI tem a nos ensinar. Com a palavra, José Carlos Teixeira Moreira:
Na inovação, aprendemos que não se trabalha com "perfil" de ninguém. Trabalhamos de frente. O conceito de perfil tem a ver com aquilo que a pessoa parece ser. De frente, vemos como ela é realmente. Perfil deriva da ideia de mão de obra, do que um profissional teria de fazer em uma atividade - e só aquilo. Hoje, aprendemos que as pessoas inovadoras, e que são apaixonadas pelo que fazem e pela vida, são elogiadas não pelo que produzem, mas pelo que fazem acontecer. O valor de uma empresa está mais no que esses profissionais fazem acontecer, não no que produzem.
Quer conhecer uma empresa? É fácil: veja como ela lida com as pessoas, com seus colaboradores. Como ninguém dá o que não tem, o jeito com que uma companhia trata seus funcionários é o mesmo com que elas lidam com os clientes.O índice de satisfação destes tende a ser muito próximo ao dos funcionários. Leituras internas bem feitas mostram isso.
Quer conhecer uma empresa? É fácil: veja como ela lida com as pessoas, com seus colaboradores. Como ninguém dá o que não tem, o jeito com que uma companhia trata seus funcionários é o mesmo com que elas lidam com os clientes.O índice de satisfação destes tende a ser muito próximo ao dos funcionários. Leituras internas bem feitas mostram isso.
Inovação
Inovar é da natureza humana. Assim, uma empresa que inova desperta a natureza do ser humano. No entanto, há muitas organizações em que esse despertar não convém. Isso porque elas se baseiam no conceito de que o repetido é mais barato. A origem da falta de inovação está na filosofia de uma empresa: se o que predomina nela é a visão meramente econômica, a ideia de copiar é mais bem aceita, dá mais certo. Porque copiar não exige pesquisa, já que alguém ou outra companhia já fez isso. Nas empresas em que há uma cultura de inovação, é possível perceber o engajamento das pessoas. Isso porque mexe com a alma. O corpo apenas se envolve, mas a alma, ela sim se engaja. A disciplina pode ajudar no processo de inovação. No jazz, por exemplo, os momentos de improvisação são de pura inovação. E têm muita disciplina envolvida: está combinado que a música a ser tocada é aquela; está combinado que os demais músicos não vão interferir no solo daquele sujeito, a não ser naquela nota que ele não der direito. De vez em quando, é preciso ter a disciplina de voltar à música original para lembrar a plateia de que música está sendo tocada.
Motivações
Uma empresa depende muito das motivações do empreendedor. E o que a área de RH faz se é leal à companhia? Ela vai fazer com que elas, motivações, aconteçam. O RH é o principal espelho das motivações do empreendedor. As motivações são aquelas sobre as quais você conversa consigo mesmo e envolvem o que você está fazendo da vida. Isso é muito filosófico? Lógico que sim! Porque o ser humano tem alma! Portanto, se a motivação for pequena, ele tende a ser pequeno. E o RH tende a ser pequeno. Mas essa área pode fazer uma revolução interna e mudar isso? Sim, mas não é uma tarefa fácil. A área de RH é a melhor luz para iluminar os caminhos não imaginados pelo empreendedor. No entanto, precisa ser estratégica. Precisa compartilhar as discussões de primeira linha. Na maioria dos casos, porém, isso não acontece porque numa empresa de visão meramente econômica essa área é encarada como despesa. E o empreendedor só se reúne com pessoas de receita. Para ele, é perda de tempo chamar para uma reunião gente de despesas. Para esse pessoal, damos uma ordem para cortar custos, mas chamamos o pessoal ligado à receita para traçar o futuro.
Receita e resultados
Geramos receita não apenas com investimento, mas fazendo melhor aquilo que já fazemos. Você percebe que compartilhamos o futuro com quem faz melhor, com quem tem mais receita, mais resultados? E resultado é mais que dinheiro. Andamos com pessoas que são elogiadas pelo que fazem ocorrer. Pessoas que transformam um valor que pode ter como moeda de troca credibilidade, reputação, notoriedade (que é diferente de fama, que pode ser comprada), poder de influência e dinheiro ou recursos - nessa ordem. Há empresas que colocam o dinheiro em primeiro lugar. Não há nada errado com isso. Só que ele não compra credibilidade, nem notoriedade, por exemplo. A área de RH não pode pensar que é despesa, não deve se perceber como uma atividade de suporte. Ela não é uma atividade-meio, é uma atividade-fim - e tem de dar um fim a isso de atividade-meio. Muitos RHs não acreditam no valor que têm e muitos não têm valor mesmo, porque foram recrutados dessa forma em função das motivações meramente econômicas ou financeiras de um empreendedor. Acredito que o RH deve lidar melhor com o conceito de resultado. Muitos profissionais, quando conversam comigo, mostram um certo sofrimento e justificam-no afirmando que nas empresas em que trabalham tudo é voltado para resultados. Sempre respondo: "Que engraçado, desde pequeno sou voltado para resultados. E meu filho também. Você já imaginou um filho que não dê resultados?". Esses profissionais angustiados associam resultado a dinheiro. O que não é verdade. Resultado vai além, ele é feito por pessoas que fazem acontecer. E a área mais importante em resultado é o RH porque lida com pessoas.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
As qualidades de um DBA
Muitos
profissionais no mercado de TI anseiam por se tornar DBAs, sempre pensando no
glamour ligado a essa atividade principalmente pela importância dessa posição
na TI das empresas e também no salário, um dos mais altos dos profissionais
especialistas.
Mas
para ser um bom DBA e de fato fazer jus a todo esse glamour, não basta ser um
excelente técnico, certificado pelas empresas fornecedoras do produtos. Se
quiser ser um DBA de verdade, precisará também ter posturas, atitudes e ações
que farão realmente a diferença. Veja algumas delas:
- Trabalhe em empresas que processam altos volumes de dados: bancos, bolsas de valores, empresas de telefonia, de transporte, governo. Nessas empresas você poderá trabalhar com soluções robustas de armazenamento, performance, alta disponibilidade, e grid, além de conseguir perceber situações que somente acontecem nessas empresas, como por exemplo, não conseguir compilar objetos por causa da alta utilização concorrente.
- Tenha boa vontade. Por muitas vezes você será acionado para atender incidentes para os quais terá a certeza que não dizem respeito a banco de dados. Mesmo que tenha certeza, conecte-se e analise. Muitas vezes esses incidentes serão realmente de sua responsabilidade.
- Não
seja o "porteiro da boate". Como você é o administrador somente
você tem a capacidade de solucionar incidentes e solicitações de seus
colegas. Não faça o papel de "porteiro", privilegiando seus
amigos no trabalho e sua disponibilidade/vontade. Atenda todos igualmente.
- Aprenda a não viver de elogios. Uma área de suporte só é percebida quando acontecem falhas, assim como um goleiro de um time que só é percebido quando "toma um frango". Então não espere elogios quando tudo estiver bem, pois eles normalmente não vem (há exceções, é claro). Então, apesar disso, estruture-se e não deixe de trabalhar proativamente.
- Tenha
disposição. Ser DBA em grandes empresas e com grandes desafios implica em
se ter disposição para trabalhar em finais de semana, feriados,
madrugadas, ficar em regime de plantão (adeus à sessões de cinemas) ter
paciência para entrar em calls e entender os problemas. Então, haja disposição para ser DBA.
- Não seja religioso quanto a tecnologias, ou seja, não fique defendendo as tecnologias que porventura você prefira. A melhor tecnologia, ou o melhor banco de dados sera aquele melhor naquela oportunidade, ou seja, o de melhor custo ou de maior facilidade, ou de maior robustez de acordo com as necessidades daquele momento de sua empresa. Além disso, ficar religioso deixa você cego a novas possibilidades, tecnologias e funcionalidades.
- Não dê privilégios a desenvolvedores em ambientes de produção, que não os autorizados explicitamente (por algum documento que comprove a autorização) por algum responsável na empresa. Você terá mais trabalho controlando e atualizando as estruturas, mas com certeza terá menos problemas.
- Seja organizado. Não tem nada pior que um DBA "lambão"! Exercite o AD que existe em você. Se não existir esse AD, desenvolva-o. E esse desenvolvimento começa se organizando:
- Crie padrões para instalação dos bancos de dados (por exemplo, /oracle/app em todas os servidores Unix/Linux)
- Crie padrões de nomes dos bancos de dados (com sufixos PRD, TST e DSV de acordo com o ambiente, por exemplo), tablespaces, tabelas, índices, partições, roles e usuários, divulgue e cobre a utilização desses padrões
- Incentive a utilização de ferramentas Case e Modelos de Dados
- Não deixe arquivos no sistema operacional que já tenha removido do banco.
Depois dessa
lista enorme você ainda acredita que existe glamour em ser DBA?
terça-feira, 25 de setembro de 2012
"Inês é Morta"
Existe um expressão - "Inês é Morta" - que é muito usada pelo meu Diretor quando tentamos dar uma solução para um assunto ou tentamos discuti-lo quando já não há mais tempo. E quando ele a utiliza me dá um cento desconforto, pois Inês é o nome da minha mãe. E agora, como o Diretor usa muito tal expressão, um tanto de gente acha bonito também usá-la. E lá continuo eu, incomodada. Nada contra quem usa, o desconforto é meu mesmo. Mas o incômodo me trouxe a curiosidade de entender de onde veio essa expressão. Fiz algumas consultas na internet e achei o texto a seguir o mais plausível, pois as versões variam bastante quanto à dose de exagero do drama relacionado. Segue para quem tiver também a curiosidade:
Inês de Castro (1320-1355), prima do Infante D. Pedro (1320-1367), depois Pedro I, rei de Portugal, era dama de companhia de Constança, esposa do príncipe. Um dia, quando este a viu, ficou tão atraído por sua beleza que acabou se amasiando com ela, mas o rei Afonso IV, pai de Pedro, insatisfeito com aquela situação, mandou que a recolhessem a um castelo na fronteira com a Espanha, onde a dama continuou a receber notícias do amante. Em 1345 Constança morreu, e então o príncipe, contra as ordens do pai, chamou Inês de volta e a instalou em sua casa, onde viveram maritalmente e tiveram quatro filhos.
Mas o rei Afonso conhecia a ambição dos parentes de Inês, e por isso começou a alarmar-se com o crescente poderio da família Castro. Esse fato, mais as intrigas que fervilhavam em todo o reino, fizeram o rei decidir matar Inês e seus filhos, entregando a Álvaro Gonçalves, Pêro Coelho e Diogo Lopes Pacheco, seus conselheiros, a responsabilidade pela execução. Ao tomar conhecimento do crime o príncipe reuniu seus homens e foi atrás dos assassinos, mas sua mãe o fez assinar com o pai um tratado de aliança que impediu momentaneamente a execução da vingança desejada.
Com a morte de Afonso IV a ferida foi reaberta, e Pedro, coroado rei em 1357, finalmente prendeu dois dos criminosos (pois Diogo, o terceiro, fora avisado a tempo e conseguira fugir), submetendo-os a suplícios de extrema crueldade. Por outro lado, a reabilitação de Inês de Castro revestiu-se de uma imponência nunca vista, já que seus restos mortais foram levados para o mosteiro de Alcobaça entre alas de servos empunhando grandes velas acesas, para ocupar um dos túmulo que, com o de Pedro I, constituem duas obras primas da escultura sepulcral portuguesa da Idade Média.
Mas as lendas sobre a morte e coroação post-mortem de Inês de Castro são de origem literária, como acontece em "Os Lusíadas", de Camões, e na tragédia "Castro", de Antonio Ferreira, uma vez que sua história serviu de tema para tragédias, poesias, romances e estudos escritos em português, espanhol, francês, inglês, italiano e holadês. A expressão “agora é tarde, Inês é morta”, hoje em aplicada nos casos em que a solução do problema só aparece quando o desenlace já aconteceu, tem muito a ver com a frase célebre de Camões ao se referir a Inês de Castro: “a que depois de morta foi rainha”.
Texto de FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
terça-feira, 26 de junho de 2012
Quem faz acontecer são as pessoas. A tecnologia é secundaria.
Um amigo de um amigo assim desabafou sobre nossa área de TI:
“Eu já estou na fase de não esperar mais nada desta área. Voltei a programar e já estou com o saco cheio.
Outro dia me passaram uma manutenção numa teluxa do mainframe. Simples né? Pois quando olhei aquela porra tomei um susto. A tela mandava mensagens de erro para a impressora do usuário!!!
Isto mesmo. Cada erro do coitado imprimia uma folha com a mensagem para o cara corrigir. Inclusive quando dava certo. Arranquei tudo aquilo e joguei a mensagem na tela, com o sentimento de dever ecológico cumprido. Pois, meu amigo, levei uma comida da analista responsável pois aquilo era questão de auditoria. Não segurei o riso!! Imagine quantos armários o usuário deve ter para armazenar cada mensagem de erro impressa. É claro que o cara jogava tudo no reciclado. No final prevaleceu o meu argumento e o papel foi eliminado. Pra quem já re-estruturou a lógica do solve de veículos e teve que passar noites pensando na lógica de seqüenciamento dos veículos nos “potes” de produção, isto é uma grande bobagem.
O problema são as pessoas, meu amigo, e o grande teatro que virou a área de TI.
Agora temos especialistas em tudo e ninguém sabe nada. Por conseqüência, ninguém se compromete com nada.
Estou num projeto que na nossa época se fazia com uma equipe de 5 pessoas daquelas comprometidas. Hoje tem o cliente, 4 analistas de desenvolvimento, 5 terceirizados, gerentes de projeto, fabrica de software, 2 analistas de suporte e 3 empresas externas. E a porra não sai!!
Imagino esta estrutura comunizando processos e sistemas como fizemos naquela época ou quando implantamos o primeiro sistema Web de captação de pedidos em 1997. A equipe era eu em processos no usuário, a Cristina em sistemas e 3 programadores para fazer o sistema Web. Implantamos em todos os revendedores da empresa usando internet discada pelo IG!!!!
Quem faz acontecer são as pessoas. A tecnologia é secundaria.”
“Eu já estou na fase de não esperar mais nada desta área. Voltei a programar e já estou com o saco cheio.
Outro dia me passaram uma manutenção numa teluxa do mainframe. Simples né? Pois quando olhei aquela porra tomei um susto. A tela mandava mensagens de erro para a impressora do usuário!!!
Isto mesmo. Cada erro do coitado imprimia uma folha com a mensagem para o cara corrigir. Inclusive quando dava certo. Arranquei tudo aquilo e joguei a mensagem na tela, com o sentimento de dever ecológico cumprido. Pois, meu amigo, levei uma comida da analista responsável pois aquilo era questão de auditoria. Não segurei o riso!! Imagine quantos armários o usuário deve ter para armazenar cada mensagem de erro impressa. É claro que o cara jogava tudo no reciclado. No final prevaleceu o meu argumento e o papel foi eliminado. Pra quem já re-estruturou a lógica do solve de veículos e teve que passar noites pensando na lógica de seqüenciamento dos veículos nos “potes” de produção, isto é uma grande bobagem.
O problema são as pessoas, meu amigo, e o grande teatro que virou a área de TI.
Agora temos especialistas em tudo e ninguém sabe nada. Por conseqüência, ninguém se compromete com nada.
Estou num projeto que na nossa época se fazia com uma equipe de 5 pessoas daquelas comprometidas. Hoje tem o cliente, 4 analistas de desenvolvimento, 5 terceirizados, gerentes de projeto, fabrica de software, 2 analistas de suporte e 3 empresas externas. E a porra não sai!!
Imagino esta estrutura comunizando processos e sistemas como fizemos naquela época ou quando implantamos o primeiro sistema Web de captação de pedidos em 1997. A equipe era eu em processos no usuário, a Cristina em sistemas e 3 programadores para fazer o sistema Web. Implantamos em todos os revendedores da empresa usando internet discada pelo IG!!!!
Quem faz acontecer são as pessoas. A tecnologia é secundaria.”
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 5 de junho de 2011
Operadoras de Telefonia, Internet, TV a cabo... Não somos mais clientes, somos reféns.
Hoje decidi gastar um pouco do meu tempo para falar do tempo que as pessoas perdem quando se trata do assunto: Operadoras de Telefonia, Internet e TV a cabo. Na verdade, podemos extrapolar para o assunto Serviços em geral, pois o sofrimento das pessoas também chega a Seguros, Bancos e Cartões de Crédito.
Para tentar sintetizar (o que é praticamente imposssível) e concentrando somente nas Operadoras de Telefonia, Internet e TV a cabo, a constatação é que o cliente hoje paga por um serviço e precisa rezar para não ter problemas. Na maioria das vezes enfrenta um escopo gigante de dificuldades. Trabalhei um bom tempo nesse mundo e percebi que grande parte dos problemas estão acontecendo porque as empresas vem sofrendo um processo cada vez maior de consolidação (umas comprando outras, ou se juntando a outras, ou separando de outras) e estão se concentrando mais nessas consolidações e nas reduções de custo que elas teoricamente proporcionam do que no provimento de um bom serviço e um bom atendimento.
Vou colocar exemplos reais de várias situações que constatei pessoalmente:
1) Serviço efetivamente ruim. No mundo da telefonia celular estamos enfrentando em 2011 problemas de 1997, quando o serviço estava se consolidando.
Se eu fosse relatar aqui todas as dificuldades que somente eu e minha família já tivemos, este post seria um testamento. E com certeza ninguém gostaria de deixar essa péssima herança para os filhos.
O fato é que, a meu ver, não somos mais clientes, nos tornamos efetivamente reféns.
Para tentar sintetizar (o que é praticamente imposssível) e concentrando somente nas Operadoras de Telefonia, Internet e TV a cabo, a constatação é que o cliente hoje paga por um serviço e precisa rezar para não ter problemas. Na maioria das vezes enfrenta um escopo gigante de dificuldades. Trabalhei um bom tempo nesse mundo e percebi que grande parte dos problemas estão acontecendo porque as empresas vem sofrendo um processo cada vez maior de consolidação (umas comprando outras, ou se juntando a outras, ou separando de outras) e estão se concentrando mais nessas consolidações e nas reduções de custo que elas teoricamente proporcionam do que no provimento de um bom serviço e um bom atendimento.
Vou colocar exemplos reais de várias situações que constatei pessoalmente:
1) Serviço efetivamente ruim. No mundo da telefonia celular estamos enfrentando em 2011 problemas de 1997, quando o serviço estava se consolidando.
- Oi: Velox caindo constantemente, linha cruzada em celular.
- TIM: Ligação de celular caindo constantemente, incapacidade de ligar em alguns momentos, ligação local não completa se você não coloca o DDD e código da operadora. O telefone está desligado e dá a mensagem a quem liga que o telefone não existe.
- Sky: O técnico desliga um serviço mas não cancela na operadora. O cliente é que tem que ligar solicitando o cancelamento de um serviço que já não está mais operante.
- Vivo: Se você solicita um IPhone pelo callcenter, você pode manter seu plano atual. Se solicita o mesmo IPhone na loja, tem que trocar o plano para o Vivo IPhone.
- Net: Se acontece um problema no fluxo, a solução de contorno não funciona. Tive um problema com uma solicitação e eles enviaram um técnico a minha casa sem que eu tivesse feito o famoso agendamento.
- Oi: A URA por voz não funciona às vezes, o atendimento é muito especializado e o cliente é transferido várias vezes para ter a solução de seu problema, quando tem. Entre um contato e outro o cliente precisa informar todos os dados e sua necessidade novamente.
- Oi: Atendentes completamente despreparados, não sabem responder a informações básicas, não conseguem resolver os problemas, ainda mais se o problema envolve dois assuntos diferentes. Tive um problema com o Velox relacionado a mudança de endereço. Só consegui resolver na Anatel. Além disso já tive também situações que o atendente bocejou, outras que o atendente mostra claramente o desinteresse. Quando você coloca maiores dificuldades, transferem a ligação para que um próximo (nas mesmas condições) as receba.
- TIM: alto tempo de espera por atendimento e erros no aprovisionamento de serviços.
Se eu fosse relatar aqui todas as dificuldades que somente eu e minha família já tivemos, este post seria um testamento. E com certeza ninguém gostaria de deixar essa péssima herança para os filhos.
O fato é que, a meu ver, não somos mais clientes, nos tornamos efetivamente reféns.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Parábola do Urso Faminto
Há bons anos atrás recebi essa mensagem de uma amiga muito querida. Estava num momento difícil e ela escreveu:
"Não merecemos sofrer. Procurar o sofrimento (ainda que inconscientemente) é a pior atitude que podemos tomar."
E me mandou a Parábola do Urso Faminto que transcrevo aqui. Vale muito a reflexão.
"Certa vez um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira ardendo em brasas e dela tirou uma panela de comida, abraçou-a com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da panela: ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação. Então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele a apertava e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores voltaram, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela. O urso tinha tantas queimaduras pelo corpo que a panela colou nele. E, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo."
O texto continuava assim:
"Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes e queremos perto. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos, lutamos e defendemos.
Tem horas que é necessário reconhecer, que nem sempre o que parece salvação vai nos dar condições de prosseguir.
Solte a panela."
Essa parábola me ajudou a levantar e "soltar a panela". E continua ajudando. Sempre me lembro dela porque por vezes me agarro a panelas (custo a soltar, mas solto). Difícil é ver as pessoas que amo também agarradas a uma e não ter poder de fazê-las enxergar e soltar. Resta me contentar que é saudável não ter esse poder (é estar livre do auto arbítrio). E deixar a parábola aqui para que pelo menos eu nunca me esqueça.
"Não merecemos sofrer. Procurar o sofrimento (ainda que inconscientemente) é a pior atitude que podemos tomar."
E me mandou a Parábola do Urso Faminto que transcrevo aqui. Vale muito a reflexão.
"Certa vez um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira ardendo em brasas e dela tirou uma panela de comida, abraçou-a com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da panela: ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação. Então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele a apertava e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores voltaram, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela. O urso tinha tantas queimaduras pelo corpo que a panela colou nele. E, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo."
O texto continuava assim:
"Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes e queremos perto. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos, lutamos e defendemos.
Tem horas que é necessário reconhecer, que nem sempre o que parece salvação vai nos dar condições de prosseguir.
Solte a panela."
Essa parábola me ajudou a levantar e "soltar a panela". E continua ajudando. Sempre me lembro dela porque por vezes me agarro a panelas (custo a soltar, mas solto). Difícil é ver as pessoas que amo também agarradas a uma e não ter poder de fazê-las enxergar e soltar. Resta me contentar que é saudável não ter esse poder (é estar livre do auto arbítrio). E deixar a parábola aqui para que pelo menos eu nunca me esqueça.
domingo, 3 de abril de 2011
VMWare Fusion: maravilhoso!
Bem, gente. Aqui vai a descrição de mais uma "peleja". Peleja porque eu sou do tipo que adora os brinquedinhos tecnológicos, mas os danadinhos dão trabalho para que consigamos deixá-los "no jeito".
Em Janeiro passado fiquei umas noites para:
Fato é que agora transito feliz e já super acostumada aos três mundos: MacOs, Windows 7 e Ubuntu, e uso cada um de acordo com minha necessidade.
Os "religiosos por uma tecnologia" que me perdoem, mas eu uso os três mesmo. Fui criada aí no mundo Unix e sou fã da sua robustez. A Apple com seu MacOs também me encanta a cada dia com seus produtos, funcionalidades e possibilidades - e tem sido realmente o que mais uso. E o Windows, por mais que os Mac e Linux maníacos critiquem, é o campeão da universalidade. Ainda tem muita coisa que só roda em Windows. Além disso, como gerente de infraestrutura, acho excelente tudo debaixo do guarda-chuva do Active Directory com suas OUs e Policies.
Então pessoal, feliz sou eu que me viro super bem nos três sistemas operacionais! "Religiosa" agora só ando com a VMWare, por ter criado esse produto tão maravilhoso: o VMWare Fusion.
Obs relevante: Essa brincadeirinha de "Fusion" só funciona com 4GB de RAM no seu Mac. Menos que isso, é perda de tempo. O Windows não roda. Ponto negativo (como sempre) para a Microsoft.
Em Janeiro passado fiquei umas noites para:
- Reinstalar o MacOs em português no meu MacBook criando mais de uma partição (com Bootcamp);
- Conseguir instalar o Windows 7 em uma partição (também através do Bootcamp);
- Rodar infinitos patches da própria Apple para o Windows em MacBook e da Microsoft, é claro, para o Windows.
Fato é que agora transito feliz e já super acostumada aos três mundos: MacOs, Windows 7 e Ubuntu, e uso cada um de acordo com minha necessidade.
Os "religiosos por uma tecnologia" que me perdoem, mas eu uso os três mesmo. Fui criada aí no mundo Unix e sou fã da sua robustez. A Apple com seu MacOs também me encanta a cada dia com seus produtos, funcionalidades e possibilidades - e tem sido realmente o que mais uso. E o Windows, por mais que os Mac e Linux maníacos critiquem, é o campeão da universalidade. Ainda tem muita coisa que só roda em Windows. Além disso, como gerente de infraestrutura, acho excelente tudo debaixo do guarda-chuva do Active Directory com suas OUs e Policies.
Então pessoal, feliz sou eu que me viro super bem nos três sistemas operacionais! "Religiosa" agora só ando com a VMWare, por ter criado esse produto tão maravilhoso: o VMWare Fusion.
Obs relevante: Essa brincadeirinha de "Fusion" só funciona com 4GB de RAM no seu Mac. Menos que isso, é perda de tempo. O Windows não roda. Ponto negativo (como sempre) para a Microsoft.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Não tem jeito de ir a Varginha sem falar um oi para o ET!
Este final de semana fui a Varginha depois de muitos anos. E nesse intervalo aconteceu o tal episódio do ET que deixou a cidade famosa nacionalmente. E devido a essa fama toda, o pessoal de lá decidiu fazer um "monumento" ao ET de forma bastante criativa. Todas as cidades lá do sul de Minas que conheço (pelo menos a minha - Boa Esperança -, e Varginha, e outras mais, tem aquela famosa praça da caixa d´água na parte mais alta da cidade. A de Varginha fica em frente ao VTC (Varginha Tênis Clube). Eles fizeram uma estrutura de disco voador em volta da caixa d´água. E em baixo, colocaram um ETzinho bem simpático. E os pontos de ônibus em frente ao VTC lembram também discos voadores. Achei simples (não deve ter custado muito - coisa difícil hoje em se falando em obras públicas), criativo e muito legal!
Vejam as fotos:
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Programa de Sábado...
O sábado dia 31/10/2010 foi um dia muito curioso. Foi o encontro de 20 anos de formados de minha turma do Colégio Marista Dom Silvério - 1990.
- Vi gente que eu não via há exatamente 20 anos.
- Vi gente que eu vi semana passada (minha amiga Silvinha!).
- Vi gente que eu não lembrava mais o nome (tomamos esse cuidado e todos estavam com etiquetas para relembrarmos).
- Vi gente que estava exatamente a mesma coisa: mesmo corpo, mesmo cabelo, tudo igual.
- Vi gente que estava casada, solteira, separada, enamorada...
- Vi gente que estava muito diferente: mais velho(a), mais novo(a), mais gordo(a), mais magro(a), mais careca (esse só vale para os homens, graças a Deus), mais loura (esse só vale para as moças)....
Mas o mais legal de tudo é que TODOS estavam mais "gente BOA", mais maduros, e muito felizes de se reencontrar e de lembrar do colégio, dos colegas e daqueles bons momentos que vivemos ali que com certeza não voltam... Foi muito bom!
As fotos desse sábado estão aqui:
http://picasaweb.google.com/fernandabandeirag/20101030EncontroExAlunosMarista#
http://picasaweb.google.com/fernandabandeirag/20101030EncontroExAlunosMarista#
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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